Reforma Tributária e FAP: o que muda (e o que não muda) para as empresas
A Reforma Tributária, recentemente regulamentada e em fase de implementação no Brasil, promove uma reestruturação profunda na tributação sobre o consumo. O novo modelo substitui tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pelo Imposto Seletivo, com o objetivo de tornar o sistema mais simples, transparente e integrado entre os entes federativos.
Gestão de afastados em 2026: um tema que pede visão, dados e cuidado
O encerramento de 2025 deixou claro que a gestão de afastados não pode mais ser tratada como um tema operacional ou pontual. Em 2026, esse assunto ganha ainda mais relevância diante do avanço dos afastamentos por saúde mental, do crescimento das doenças crônicas e da pressão contínua sobre os custos assistenciais.
Multas da NR-1 marcam nova fase da gestão de riscos ocupacionais
A partir de 25 de maio de 2026, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passa a permitir a aplicação de multas a empresas que não gerenciarem adequadamente os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Open Insurance e Previdência Privada: o que muda para a gestão de benefícios corporativos
A evolução do Open Insurance representa um avanço estrutural para a Previdência Privada e traz implicações diretas para lideranças de RH e benefícios. Ao ampliar a transparência, padronizar informações e facilitar a portabilidade, o modelo fortalece a governança dos planos e eleva o nível de decisão sobre um dos benefícios mais estratégicos da jornada do colaborador.
Keeper Test e Culture Rot: o que realmente sustenta (ou corrói) a cultura das empresas
O adiamento da entrada em vigor do Regime Fácil, anunciado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), vai além de um ajuste de calendário. A decisão sinaliza que o mercado de capitais para pequenas e médias empresas ainda está em fase de maturação.
INSS amplia temporariamente prazo do Auxílio-Doença sem perícia
estado de São Paulo tornará obrigatória a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e, modelo 65) para o varejo. A medida substitui definitivamente o uso do SAT-CF-e.
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Seguro Garantia: o que a análise das seguradoras revela sobre a maturidade das empresas
Antes de emitir uma apólice de Seguro Garantia, as seguradoras avaliam critérios técnicos e financeiros para medir o risco de inadimplência. Quanto mais preparada estiver a empresa, maior a chance de aprovação, com melhores limites e condições.
Riscos interdependentes e decisões estratégicas no setor de energia
A indústria de energia atravessa um processo de transformação impulsionado por descarbonização, digitalização e descentralização da geração. Esses movimentos ampliaram eficiência e diversificaram fontes, mas também vêm reconfigurando o perfil de risco do setor, com exposições mais interligadas, dinâmicas menos previsíveis e impactos relevantes sobre a continuidade operacional e financeira.
Global Risks Report 2026: como liderar decisões em um mundo menos previsível
O Global Risks Report 2026, do World Economic Forum, parte de uma constatação central para quem lidera organizações: a instabilidade deixou de ser episódica e passou a compor o ambiente permanente de decisão.
Por que o seguro de transporte cresce acima da média no e-commerce
O last mile se consolidou como o principal ponto de atenção da logística do e-commerce, e os números confirmam isso. Globalmente, essa etapa já concentra cerca de 53% dos custos totais de entrega, tornando-se não apenas a mais cara, mas também a mais exposta a riscos operacionais e financeiros. No Brasil, onde o e-commerce segue em crescimento consistente, esse cenário ganha contornos ainda mais críticos.
Regime Fácil é adiado e reforça necessidade de preparo das PMEs para o mercado de capitais
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Vilões dos sinistros: Como evitar gargalos em pré-existência e depreciação
No momento de um o foco do segurado é claro: agilidade, previsibilidade e uma indenização justa. Ainda assim, dois fatores seguem entre as principais causas de atrasos e divergências no processo de regulação: comprovação de pré-existência e aplicação de depreciação.
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