Vilões dos sinistros: Como evitar gargalos em pré-existência e depreciação
No momento de um o foco do segurado é claro: agilidade, previsibilidade e uma indenização justa. Ainda assim, dois fatores seguem entre as principais causas de atrasos e divergências no processo de regulação: comprovação de pré-existência e aplicação de depreciação.
INSS amplia temporariamente prazo do Auxílio-Doença sem perícia
estado de São Paulo tornará obrigatória a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e, modelo 65) para o varejo. A medida substitui definitivamente o uso do SAT-CF-e.
NFC-e passa a ser obrigatória em São Paulo e exige certificado digital e-CNPJ a partir de janeiro
estado de São Paulo tornará obrigatória a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e, modelo 65) para o varejo. A medida substitui definitivamente o uso do SAT-CF-e.
REARP e governança: por que o novo regime fiscal entrou no radar das lideranças corporativas
O REARP vem ganhando atenção de executivos e conselhos corporativos como um indicativo do ambiente regulatório brasileiro
Recuperações judiciais no agro: um sinal de atenção para decisões financeiras e gestão de risco
O avanço de regras mais rígidas contra o devedor contumaz buscam diferenciar inadimplência pontual de não pagamento de tributos.
O que empresas maduras fazem diferente na gestão de benefícios
Empresas mais maduras usam dados, prevenção e visão estratégica para transformar benefícios em alavanca de produtividade, redução de riscos e controle sustentável de custos.
Novas regras ao devedor contumaz trazem risco tributário ao centro da governança corporativa
O avanço de regras mais rígidas contra o devedor contumaz buscam diferenciar inadimplência pontual de não pagamento de tributos.
A ascensão da Geração Z e o novo equilíbrio geracional nas empresas
A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações. A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações.
O que os dados da ANS no 3º tri de 2025 revelam para os custos de saúde das empresas
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou os dados econômico-financeiros do setor referentes ao 3º trimestre de 2025.
Os números indicam melhora consistente nos resultados das operadoras, com crescimento de receitas, lucro líquido em patamar recorde e redução da sinistralidade – sinais relevantes para empresas que buscam previsibilidade, sustentabilidade e melhor governança dos custos em saúde.
Shadow data: o risco invisível que amplia o impacto dos incidentes cibernéticos
Um ano após a sanção da Lei nº 14.993/2024, o Combustível do Futuro deixou de ser apenas uma diretriz ambiental e passou a integrar a agenda estratégica corporativa, influenciando decisões de investimento, contratos de longo prazo e gestão de riscos.
Lei do Combustível do Futuro: 1 ano depois, o que muda na agenda das empresas
Um ano após a sanção da Lei nº 14.993/2024, o Combustível do Futuro deixou de ser apenas uma diretriz ambiental e passou a integrar a agenda estratégica corporativa, influenciando decisões de investimento, contratos de longo prazo e gestão de riscos.
Aumento do uso de medicamentos e o avanço dos afastamentos revelam um risco estrutural
Entre 2024 e 2025, o consumo mais que dobrou. Entre líderes, o índice saltou de 18% para 52%. Entre os demais profissionais, o crescimento foi de 21% para 59%. Esses dados indicam que o uso de ansiolíticos e antidepressivos deixou de ser pontual e passou a funcionar, em muitos casos, como um mecanismo individual de sustentação da performance em contextos de pressão contínua.











