A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações. A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações.











