A digitalização e a automação de tarefas não são tendências futuras: elas já transformam hoje a organização, performance e riscos no trabalho. O foco para líderes não é a tecnologia isoladamente, mas seus efeitos sobre pessoas, saúde e resultados do negócio.
Judicialização da Saúde: o papel das empresas na gestão do benefício
A digitalização e a automação de tarefas não são tendências futuras: elas já transformam hoje a organização, performance e riscos no trabalho. O foco para líderes não é a tecnologia isoladamente, mas seus efeitos sobre pessoas, saúde e resultados do negócio.
Digitalização até 2030: o que líderes precisam revisar hoje na gestão do trabalho
A digitalização e a automação de tarefas não são tendências futuras: elas já transformam hoje a organização, performance e riscos no trabalho. O foco para líderes não é a tecnologia isoladamente, mas seus efeitos sobre pessoas, saúde e resultados do negócio.
Lei nº 15.288/2025: orientação sobre INSS passa a ser dever dos hospitais
A Lei nº 15.288/2025 determina que hospitais e serviços de saúde informem os pacientes sobre seus direitos junto ao INSS, especialmente quando houver necessidade de afastamento do trabalho por motivo de doença, acidente ou internação prolongada.
Na prática, isso significa que o paciente deve sair do atendimento sabendo que pode ter direito a benefícios previdenciários, como auxílio-doença, e onde buscar essa informação.
Reforma Tributária e FAP: o que muda (e o que não muda) para as empresas
A Reforma Tributária, recentemente regulamentada e em fase de implementação no Brasil, promove uma reestruturação profunda na tributação sobre o consumo. O novo modelo substitui tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pelo Imposto Seletivo, com o objetivo de tornar o sistema mais simples, transparente e integrado entre os entes federativos.
Gestão de afastados em 2026: um tema que pede visão, dados e cuidado
O encerramento de 2025 deixou claro que a gestão de afastados não pode mais ser tratada como um tema operacional ou pontual. Em 2026, esse assunto ganha ainda mais relevância diante do avanço dos afastamentos por saúde mental, do crescimento das doenças crônicas e da pressão contínua sobre os custos assistenciais.
Multas da NR-1 marcam nova fase da gestão de riscos ocupacionais
A partir de 25 de maio de 2026, a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) passa a permitir a aplicação de multas a empresas que não gerenciarem adequadamente os riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
Open Insurance e Previdência Privada: o que muda para a gestão de benefícios corporativos
A evolução do Open Insurance representa um avanço estrutural para a Previdência Privada e traz implicações diretas para lideranças de RH e benefícios. Ao ampliar a transparência, padronizar informações e facilitar a portabilidade, o modelo fortalece a governança dos planos e eleva o nível de decisão sobre um dos benefícios mais estratégicos da jornada do colaborador.
Keeper Test e Culture Rot: o que realmente sustenta (ou corrói) a cultura das empresas
O adiamento da entrada em vigor do Regime Fácil, anunciado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), vai além de um ajuste de calendário. A decisão sinaliza que o mercado de capitais para pequenas e médias empresas ainda está em fase de maturação.
INSS amplia temporariamente prazo do Auxílio-Doença sem perícia
estado de São Paulo tornará obrigatória a emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e, modelo 65) para o varejo. A medida substitui definitivamente o uso do SAT-CF-e.
O que empresas maduras fazem diferente na gestão de benefícios
Empresas mais maduras usam dados, prevenção e visão estratégica para transformar benefícios em alavanca de produtividade, redução de riscos e controle sustentável de custos.
A ascensão da Geração Z e o novo equilíbrio geracional nas empresas
A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações. A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças.
Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações.











