Lei nº 15.288/2025: orientação sobre INSS passa a ser dever dos hospitais

Lei nº 15.288/2025: orientação sobre INSS passa a ser dever dos hospitais

A Lei nº 15.288/2025 determina que hospitais e serviços de saúde informem os pacientes sobre seus direitos junto ao INSS, especialmente quando houver necessidade de afastamento do trabalho por motivo de doença, acidente ou internação prolongada. 

Na prática, isso significa que o paciente deve sair do atendimento sabendo que pode ter direito a benefícios previdenciários, como auxílio-doença, e onde buscar essa informação. 

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Reforma Tributária e FAP: o que muda (e o que não muda) para as empresas

Reforma Tributária e FAP: o que muda (e o que não muda) para as empresas

A Reforma Tributária, recentemente regulamentada e em fase de implementação no Brasil, promove uma reestruturação profunda na tributação sobre o consumo. O novo modelo substitui tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pelo Imposto Seletivo, com o objetivo de tornar o sistema mais simples, transparente e integrado entre os entes federativos. 

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Open Insurance e Previdência Privada: o que muda para a gestão de benefícios corporativos

Open Insurance e Previdência Privada: o que muda para a gestão de benefícios corporativos

A evolução do Open Insurance representa um avanço estrutural para a Previdência Privada e traz implicações diretas para lideranças de RH e benefícios. Ao ampliar a transparência, padronizar informações e facilitar a portabilidade, o modelo fortalece a governança dos planos e eleva o nível de decisão sobre um dos benefícios mais estratégicos da jornada do colaborador. 

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A ascensão da Geração Z e o novo equilíbrio geracional nas empresas

A ascensão da Geração Z e o novo equilíbrio geracional nas empresas

A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças. 

Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações. A Geração Z (1995-2010) deixou de ser uma promessa futura e passou a ocupar uma posição central no mercado de trabalho brasileiro. Às portas de 2026, os dados indicam que essa transição geracional já está em curso avançado e exige uma leitura mais estratégica por parte das lideranças. 

Segundo relatório da Gupy, a participação da Geração Z nas contratações saltou de 20,2% em 2018 para 44,2% em 2024, aproximando-se rapidamente da marca de metade da força de trabalho ativa. Esse movimento sinaliza uma transformação estrutural na dinâmica das organizações. 

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